domingo, 14 de agosto de 2011

O "Arco" nosso amor e depois o "Triunfo"

Em meio aos meus olhares curiosos, me presenteei por um momento único em Barcelona. Acordei e segui o conselho de um amigo, conhecer o Arco do triunfo, rs!.E me lembro que encontrei com uma amiga na saída e disse - Vou até o Arco do triunfo, e um gaúcho metido a "sabixão", respondeu sem ser questionado - Vai a França?. Até iria a França se possível naquele momento, só para me distanciar da maratona que vinha participando nos últimos dias. Enfim participo do jogo que é a vida. Continuei meu trajéto, fazia um friozinho danado de bom, tomei um taxi e partir para a eliminação de mais um corte de retalho para cortina que hoje  tenho pronta com toda história do meu rolê pelo Mediterraneo. Táxi e em alguns minutos chegava ao meu  encontro. Tinha um encontro marcado lá, o outro não sabia que eu chegava, mas havia sido convidado por mim.


Passava por momento de abstinência amorosa e conhecer o Arco, era como ir de encontro com quem me indicou o passeio, esse alguém também passou por lá, por isso se lembrou de me dizer onde ir ... eu que cheguei atrasada, sua presença em matéria não estava mais lá, mesmo assim  sentei, olhava para o Arco e pensava na importancia daquele curto passeio, fotografar no mesmo lugar que o amor passou, tinha o dever de  deixar que o sentimento tomasse conta de mim, posso dizer que trabalhei como operária da saudade por todos os minutos em que ali fiquei, até me desliguei um pouco do Arco em si, e pensava na voz do amor dizendo: -" Vá até o Arco, em Barcelona também tem um Arco do Triunfo", e foi tão bom, me fez no regresso a vida real, resistir  mais mil longas jornadas de escalada.
O processo de manter o amor à distancia é tão bom, faz do sentimento  uma massa de bolo com a dose exagerada de fermento, e ao mesmo tempo é tão difícil, ainda mais quando você é surpreendida com algumas respostas de "não", "talvez" no querer  uma coisa que não tem, nunca teve e talvez nunca terá, e ter que aceitar essas as respostas de uma forma convincente á você mesma, sabendo que elas te agridem diariamente como  chicotada e isso é a parte pior desse redemuinho de sentimento, não estou sendo negativa agora, ainda mais porque sou a pessoa que levanta a bandeira da positividade até o último góle de ar. Só penso que, havia  resistência  demais da "outra parte" do encontro, sabiamos da  existência  mútua do "nosso", admiro a "outra parte", sempre me abriu os olhos e eu  fazia á difícil para a compreensão. Me deixei levar. Enxergo isso agora, coloco sentimento nas palavras, porque foi o que me nutriu desde lá. Estar ali observar o que foi observado com os olhos do "amor",os olhos da "outra parte" do meu mais consciente e puro "AMOR", não podia se perder em meio ao meu roteiro de estar lá e amar incondicionalmente até o último. Coloquei o Arco de Barcelona dentro da nossa história, por alguns motivos, ele recebe campeões, abre passagem e foi elaborado com arte, para a arte. Esse amor qual eu me encontrei em pensamento lá no Arco, tem todo o meu apreço, por tudo o que o Arco é e muito mais. Me considero uma campeã, o amor recebe campeões, abre passagem  para todos os seus encafofados seguirem seu destinose identificando consigo e muitos deles vão de encontro com a arte através do cafofo, eu me deixe levar por essa arte de escrever aqui o que vivenciei lá.

 E você  parou para avaliar qual arte está indo de encontro?

Peguei um táxi e fui embora.

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