terça-feira, 2 de agosto de 2011

Torre pendente di Pisa... " O encontro do céu e da terra"

Falar de Pisa é me embriagar na viagem mais engraçada e de grande espera de toda á história da minha curiosidade européia.
Saimos em grande grupo, José Carlos Bueno, Evelise Casagranda, Mauricio Santiago, Veselina Dimitrova, Borislav Ivanov, Camila Blansk, e mais alguns que encontramos no caminho, Junior do restaurante que sempre dava um jeito de sair com a galera do bar, alguns mais que não vou citar porque, não fazem parte dos meus olhares curiosos...

Ponto de bus, muitas dúvidas e vamos lá!

O ruim de sair em massa é o constante conflito de idéia, um quer ir pela direita outro pela esquerda e assim vai, e assim fomos!...
Compramos um bilhete numa portinha em frente ao ponto do bus, eai o Bueno nada engraçado que era sentiu uma certa falta de educação do vendedor e quis ser o palhaço da vez,  me fez ir perguntar que horas o bus partia, o bom velhinho respondeu ás 9:30h, em seguida foi o Mauricio, mesma pergunta, depois Evelise, Bueno, Blansck e Junior.... Ou seja o cara já estava de saco cheio de tanta mesma pergunta... rs!

E o bus chegou, mas antes deu pra ir numa feirinha ali do lado, ir na casa de câmbio, e tomar um gelato.

Ocupavamos qualquer espaço com a bandeira da nossa patria amada.

Pisa
É tão formosa, sua inclinação parecia nos saudar logo na chegada. Queria por um instante ser dali, apenas para receber essa saudação diariamente,  Pisa é cercada pelas igrejas e pelos meus olhares. Voltas e voltas pelo lençol de grama e os amigos dispersos, cada um na sua busca, e eu ali alguns minutos jogada naquela grama verde que me embalava como num ninho, eu e a pendente Pisa, minhas reflexões mediante ela vinham desde o porquê ela ter se inclinado até a mais boba e tradicional brincadeira de fotografar como se estivesse segurando - a . Lembro das piadas  com meus amigos Bueno, Evelise e Mau Mau. Meditamos em meio ao sol escaldante, e partimos para a volta, agora  em menor grupo. Uns tinham a hora cronometrada, outros se perderam em meio as pessoas. E eu me encontrava, cada passo de volta ao cume, um olhar marcante, uma espécie de "Eu volto".Sim!, dizia a ela...  Ei psiu......Pisa eu volto....

Todo e qualquer momento em que caminhei pela Itália me deparei com olhares em mim, olhares que vinham desde Bangladesh  até  Goiania. Talvez pelo meu jeito natural de ser, sempre sorrindo cumprimentando as pessoas e fazendo piadinhas até no um minuto de silêncio. Foi um rolê desses pra  gente nunca esquecer e pedir bis. Agradeço aos meus amigos por me darem o direito da palavra, mesmo quando seria para importunar alguém e o  SORRISA  sempre alerta, em alto e bom tom..




Sorria!

Um comentário:

  1. eeee lu sempre linda com as palavras!!! saudade de te dar um abraço apertado de te tirar do chão! um beijo grande

    ResponderExcluir

Podizer!